O espetáculo "Caçada - como raízes em busca d’água" teve sua concepção iniciada em 2012,
onde foram realizadas pesquisas de campo, laboratório corporal, concepção de cenário,
figurino, composição musical e coreográfica do espetáculo.
O fio condutor para o espetáculo foi a manifestação cultural Caçada da Rainha, que acontece anualmente em Colinas do Sul (Goiás), retratando o episódio de quando a Princesa Isabel em sua terceira regência do Brasil (seu pai, Dom Pedro II viajava pelo exterior) assinou a Lei Áurea e quando Dom Pedro II retornou, ela teria se escondido, temendo a reação do pai.
A concepção se baseou em aspectos encontrados no percurso dessa caçada, como as belezas do cerrado (fauna e flora), os povos Kalungas, as tradições locais, a música tradicional, o artesanato e a rotina dos povos do campo, tudo isso de modo a ser traduzido pelas linguagens e expressões corporais.
Após a concepção inicial, realizamos temporadas de apresentações em Goiânia, revisitas à região pesquisada, percursos em outras pequenas cidades de Goiás e Tocantins, muitas delas com raízes quilombolas e que ainda vivenciam a cultura popular. Nessas apresentações, percebemos a capacidade que o espetáculo tinha te tocar pessoas, dentre outras, da terceira idade, deficientes visuais e auditivos.
Decidimos então passar por uma nova imersão investigativa por meio de estudos intensivos com novos instrutores que nos estimularão na desenvoltura e vocabulário corporal, trazendo à tona novos códigos, matrizes, estilos, arranjos e composições coreográficas, bem como na desenvoltura de suas potencialidades vocais, algo que já existe de forma mais ‘discreta’ em “Caçada”.
Por meio da aprovação do projeto de manutenção das atividades oriundas do espetáculo Caçada, realizadas por Erica Bearlz e Rodrigo Cruz, isso se dará por meio de:
- Estudos e treinos relacionado à voz e sonoridades, com uma cantora e preparadora vocal, pela importância de obter orientações para desenvolver, aperfeiçoar, aprofundar e recriar o ambiente sonoro (arte vocal dentro do espetáculo), com exercícios próprios do canto, vocal, respiração e empostação de voz, etc. trazendo maior excelência à obra;
- Treinos de Wushu (kung-fu), arte marcial que entre várias técnicas corporais, simula o movimento de animais. A técnica já foi utilizada na criação inicial do espetáculo, mas agora o foco é inserir o treino com bastão e facão, armas que ajudam a simular movimentação dos temas propostos e fluidez nos movimentos de braço e base de pernas, bem como ações físicas (trançar, tecer, ceifar);
- Estudos e treinos de Kinomichi, combinação do Aikidô com noções ocidentais de consciência do movimento e leveza, trazendo excelência à dança. Técnica que evolui das formas de ataque e defesa para as formas de contato, fundamental pois o espetáculo trabalha muito isso.
Tudo isso, visa enriquecer o vacabulário corporal, cênico e coreográfico do espetáculo. Após os treinos e estudos, realizaremos apresentações em caráter de laboratório.
Após essas apresentações, acontecerá a finalização da recriação e concepção do espetáculo de dança "Caçada - como raízes em busca d'água".
O fio condutor para o espetáculo foi a manifestação cultural Caçada da Rainha, que acontece anualmente em Colinas do Sul (Goiás), retratando o episódio de quando a Princesa Isabel em sua terceira regência do Brasil (seu pai, Dom Pedro II viajava pelo exterior) assinou a Lei Áurea e quando Dom Pedro II retornou, ela teria se escondido, temendo a reação do pai.
A concepção se baseou em aspectos encontrados no percurso dessa caçada, como as belezas do cerrado (fauna e flora), os povos Kalungas, as tradições locais, a música tradicional, o artesanato e a rotina dos povos do campo, tudo isso de modo a ser traduzido pelas linguagens e expressões corporais.
Após a concepção inicial, realizamos temporadas de apresentações em Goiânia, revisitas à região pesquisada, percursos em outras pequenas cidades de Goiás e Tocantins, muitas delas com raízes quilombolas e que ainda vivenciam a cultura popular. Nessas apresentações, percebemos a capacidade que o espetáculo tinha te tocar pessoas, dentre outras, da terceira idade, deficientes visuais e auditivos.
Decidimos então passar por uma nova imersão investigativa por meio de estudos intensivos com novos instrutores que nos estimularão na desenvoltura e vocabulário corporal, trazendo à tona novos códigos, matrizes, estilos, arranjos e composições coreográficas, bem como na desenvoltura de suas potencialidades vocais, algo que já existe de forma mais ‘discreta’ em “Caçada”.
Por meio da aprovação do projeto de manutenção das atividades oriundas do espetáculo Caçada, realizadas por Erica Bearlz e Rodrigo Cruz, isso se dará por meio de:
- Estudos e treinos relacionado à voz e sonoridades, com uma cantora e preparadora vocal, pela importância de obter orientações para desenvolver, aperfeiçoar, aprofundar e recriar o ambiente sonoro (arte vocal dentro do espetáculo), com exercícios próprios do canto, vocal, respiração e empostação de voz, etc. trazendo maior excelência à obra;
- Treinos de Wushu (kung-fu), arte marcial que entre várias técnicas corporais, simula o movimento de animais. A técnica já foi utilizada na criação inicial do espetáculo, mas agora o foco é inserir o treino com bastão e facão, armas que ajudam a simular movimentação dos temas propostos e fluidez nos movimentos de braço e base de pernas, bem como ações físicas (trançar, tecer, ceifar);
- Estudos e treinos de Kinomichi, combinação do Aikidô com noções ocidentais de consciência do movimento e leveza, trazendo excelência à dança. Técnica que evolui das formas de ataque e defesa para as formas de contato, fundamental pois o espetáculo trabalha muito isso.
Tudo isso, visa enriquecer o vacabulário corporal, cênico e coreográfico do espetáculo. Após os treinos e estudos, realizaremos apresentações em caráter de laboratório.
Após essas apresentações, acontecerá a finalização da recriação e concepção do espetáculo de dança "Caçada - como raízes em busca d'água".
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